sábado, 29 de maio de 2010
Deus é amor
Deus é a fonte de vida, sabedoria e felicidade. Veja as belas e maravilhosas obras da natureza. Observe o modo admirável com que ela se adapta às necessidades do ser humano e de todos os demais serem viventes. O sol, a chuva, os mares, as planícies, tudo nos fala do amor dAquele que tudo criou. É Deus quem atende às necessidades diárias de todas as suas criaturas, como o salmista diz: "Tudo o que vive olha para Ele com esperança, e Ele dá alimento a todos no tempo certo. Ele abre a mão e, com a sua boa vontade, satisfaz a todos os seres vivos”. Deus criou o ser humano perfeitamente santo e feliz; a terra era linda ao sair das mãos do Criador, e não apresentava qualquer vestígio de decadência ou sombra de maldição. Foi a desobediência à Lei de Deus que trouxe sofrimento e morte. Apesar dos sofrimentos provocados pelo pecado, o amor de Deus ainda está presente. As dificuldades que tornam a vida cheia de trabalhos e dificuldades foram permitidas por Deus para o bem das pessoas. Essas dificuldades fazem parte do plano de Deus, como um aprendizado necessário que ajuda tirar o ser humano da ruína e degradação que o pecado provocou. Questões sobre se Deus ama todo o mundo e deseja salvar todos sem exceção são respondidas de forma muito diferente. Essas questões são importantes. Elas têm a ver com predestinação, o amor eterno de Deus por alguns, e com a morte de Cristo, a grande revelação do amor de Deus. Deus deu seu Filho não somente para que vivesse entre os homens e tomasse sobre si os pecados deles, e morresse em sacrifício por eles; o Filho foi dado por Deus à raça caída. Cristo deveria identificar-se com os interesses e necessidades da humanidade. Ele, que era Deus, ligou-se aos filhos dos homens por laços que jamais se romperão. Ele é o nosso sacrifício, nosso advogado, nosso irmão, apresentando nossa forma humana diante do trono do Pai, unido pelos séculos dos séculos à raça que Ele – o Filho do homem – redimiu. E tudo isso para que o ser humano fosse erguido da ruína e degradação do pecado, pudesse refletir o amor de Deus e partisse da alegria da santidade. O preço pago por nossa redenção, o infinito sacrifício de nosso Pai celestial em entregar seu Filho para morrer por nós, deveria nos inspirar idéias elevadas acerca do que nos podemos tornar por meio de Cristo. O amor de Deus, acima de tudo, é o seu amor por si mesmo, sua glória, e sua santidade. 1 João 4:16 indica isso quando nos diz que Deus é amor. Em si mesmo como Pai, Filho e Espírito Santo, Deus é a síntese de todo amor. Para ser um Deus de amor, ele não precisa de nós, nem é a sua glória como o Deus de amor incompleta sem nós. De eternidade a eternidade ele é amor.
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