sexta-feira, 23 de abril de 2010

Distorções doutrinárias parte II

VI- O ensino errado sobre o uso de calça comprida pelas mulheres
É triste presenciar pessoas, muitas vezes até mesmo pastores, que por causa de costumes, “detonam” as almas. Igualmente triste é ter que dispor de precioso tempo para combater este tipo de pensamento; mas não digo perda de tempo, pois muitos são aqueles que têm se abatido por causa disso e outros vivem uma vida triste e oprimida devido a costumes e tradições humanas, fazendo-se necessário refutá-los. Infelizmente temos que combater heresias de fora e, enquanto lutamos pela Verdade, alguns de dentro vêm com este tipo de coisa.No que se refere à proibição do uso de calça comprida pelas mulheres, a suposta base está apenas em um versículo da Bíblia.Vamos começar abrindo a Palavra de Deus no texto predileto daqueles que afirmam que as mulheres não podem usar calça comprida.
Vejamos: Dt 22.5 “A mulher não usará roupa de homem, nem o homem, veste peculiar a mulher; porque qualquer que faz tais coisas é abominável ao Senhor teu Deus.”
Este texto tem sido motivo de muitos absurdos.
Analisando este texto, verificamos que ele não pode servir de base para afirmar que as mulheres não podem usar calça comprida, pois: Não afirma que a mulher não pode usar calça comprida ou qualquer tipo de roupa, haja vista não especificar o que é roupa de homem ou de mulher;
Não afirma que a mulher deve usar somente saia pelo mesmo motivo acima;
É surpreendente como as pessoas conseguem enxergar calças e saias neste pequeno versículo!
O que a Bíblia determina como roupa de homem ou de mulher? Absolutamente nada! Sabe o por quê? Pelo simples fato de tratar-se de um costume que varia com o tempo, com a sociedade, com a cultura, etc...
No oriente médio os homens usam vestidos, na Escócia usam saias, e em nossa sociedade ocidental, em pleno ano de 2006, a calça comprida não é exclusividade de homens! Deus é um Deus sábio!
Continuando a nossa reflexão:
Existem calças com modelos próprios para homens e outras com modelos próprios para mulheres.
Você; meu irmão, membro ou pastor de uma igreja zelosa pelos costumes, usaria uma calça comprida de laycra cor-de-rosa? Por que não? Há! Porque é de mulher!
As calças de mulher possuem detalhes diferentes, tais como: Posição do fecho, altura, formatos diferentes, cores diferentes, etc...
Considerando-se as regras básicas de hermenêutica (ciência da interpretação bíblica), um ponto fundamental é que texto fora de contexto é pretexto para heresia, além do que, não podemos criar uma doutrina baseada apenas em um versículo bíblico; logo...
D.1) - Analisando o contexto histórico externo: Percebemos que o texto faz parte do livro de Deuteronômio que foi escrito em uma época, cuja sociedade tinha o costume de, tanto homens como mulheres, usarem vestidos. A diferença estava apenas em detalhes dos vestidos, como, por exemplo, cores. O mesmo acontece com as calças hoje. Não existia calça ou saia quando o texto foi escrito! Moisés estava provavelmente usando um vestido quando escreveu este versículo!
D.2)- Analisando o contexto interno; o livro faz parte do Pentateuco (lei), e isso nos leva ao seguinte detalhe: Aquele que quer cumprir a lei, deve cumprir toda a lei. A lei não foi feita para ser obedecida apenas em algumas partes. Embora todo cerimonial apontasse para Cristo, se encararmos o versículo em pauta como um costume a ser seguido (ainda que não exista nele calça ou saia), devemos então seguir a todos os cerimoniais e regras da lei. Se obedecermos a um costume; por que então as mulheres nas suas “regras” podem participar dos cultos se a mesma lei proibia isto com relação ao templo, porquanto a mulher nos seus dias era considerada imunda? Amados, além de tudo o que foi dito até o momento, percebemos um certo toque de preconceito em relação ao sexo feminino, pois os costumes geralmente afetam principalmente as mulheres; tal como na época de Cristo, o fardo mais pesado dos fariseus vinha sobre as mulheres.
VI.1) – O verdadeiro sentido de Dt 22 .5
De posse de todas as informações anteriormente descritas, o que será afinal que Deus deseja ensinar em Dt 22.5? Que utilidade existe para cada um de nós em nossos dias?
Vamos olhar a Bíblia em todo o seu conjunto e responderemos a seguinte pergunta: O que era abominável para o Senhor?
Vemos nas listas de abominações figurar, dentre outras, o homossexualismo (masculino e feminino) Lv 18.22. A Bíblia afirma que os efeminados não entrarão no Reino de Deus (I Co 6.9,10). Deus abomina o homem que se porta como mulher e vice-versa.
O importante no texto em questão não é a roupa em si; a ênfase não está na roupa, mas sim no homem querer se passar por mulher, portar-se como mulher, vestir-se como mulher, agir como mulher e vice-versa, logo, o texto condena o homossexualismo masculino e feminino.
Seguindo o nosso raciocínio, temos então...A ênfase do texto esta na abominável prática do homossexualismo! Homem é homem e mulher é mulher!
A questão não é saia ou calça, mas sim o homem andar como mulher e a mulher como homem! Irmãos, na Bíblia muitas vezes Deus usa de coisas palpáveis para nos transmitir ensinos espirituais; no caso estudado, o Senhor usa das vestes para expressar o seu ensino sobre o homossexualismo.
Na Bíblia a Palavra veste, pode ser usada para ensinar e expressar muitas coisas. No Sl 109. 17-20, por exemplo, vestir-se de maldição certamente não é colocar uma fantasia de maldição comprada em uma loja, mas sim desejar o mal. O ensino é que a maldição somente existe para quem está debaixo do pecado; para aquele que deseja o mal!
VI.2) Conclusão:
“Passeando” por toda Bíblia, não encontramos texto algum que diga, ou ao menos sugira, que a mulher não possa usar calça comprida; muito menos o texto de Deuteronômio 22. 5 está dizendo isso. Encontrar calça ou saia neste texto é muita imaginação e produto da mente carnal de legalistas, cheia de tradições humanas.
Aprendemos ainda que, pelos contextos interno e externo que envolve o livro, a passagem citada não fala sobre costume algum. Ao analisarmos a passagem, verificamos que o verdadeiro ensino do texto em pauta é a condenação à prática homossexual.
Muito dano tem causado estas distorções ao longo dos anos e somente o Senhor sabe o quanto a Igreja perdeu por causa destas besteiras.
Quantas irmãs foram humilhadas por causa de um jugo pesadíssimo que lhes impuseram? Quantas irmãs perderam o emprego pelo simples fato de ser exigido o uso de calça comprida no trabalho? Quantas famílias foram divididas por causa do farisaísmo? Quantos irmãos e irmãs vivem a vida cristã carregando um fardo por causa do capricho e da hipocrisia de alguns? Poderia citar vários casos...
Por que não se ensina o que o texto realmente quer dizer? Ao invés de se pregar sobre o homossexualismo, se gasta tempo precioso para falar na igreja sobre calça, cabelo, perfume, etc...
Meus amados; quando uma pessoa diz: “Agora já estão mudando; já permitem algumas coisinhas, tais como um batonzinho leve; aparar as pontas do cabelo; usar um brinquinho pequeno, etc... Fico extremamente espantado! Quer dizer então que agora é certo? Não é mais do Diabo? E antes? Era? E as almas que morreram tristes e oprimidas por causa disso? Por que usar em casa o que não se pode usar na rua? Por que usar no trabalho? Por que vender na minha loja aquilo que minha mulher não pode usar? Chega de hipocrisia e de incoerência!
Cuidado; pois o farisaísmo leva a uma vida de mentiras!

Distorções doutrinárias parte I

  De posse destas informações, em Colossense 2.16-23 estaremos estudando a partir deste tópico, alguns ensinamentos que fogem da Palavra de Deus, tratando-se de meros preceitos e costumes humanos, que, entretanto, levam o status de doutrina bíblica em algumas igrejas. Estes ensinos tornam a vida cristã para muitos um fardo pesado.
V- Ensinos errados quanto ao uso de jóias, enfeites e cosméticos.
Não existe na Bíblia texto algum que sirva de base para que as mulheres cristãs não usem jóias, enfeites e cosméticos em nossa época.
V.1)- No antigo testamento
O uso de jóias é visto na época do antigo testamento e pode ser notado dentre as mulheres em Israel; alguns tipos de jóias eram usadas também por homens. Vários textos da Bíblia, bem como achados arqueológicos comprovam este fato.
Presentear uma mulher com um bracelete, por exemplo, significava valorizar aquela mulher. Em uma das passagens mais lindas da Bíblia encontrada em Gn 24, na qual vemos claramente uma figura do arrebatamento da Igreja, o mordomo de Abraão presenteou a Rebeca com uma dessas jóias; vale lembrar que nesta passagem do capítulo 24 de Gênesis, o mordomo é figura do Espírito Santo; Abraão é figura de Deus Pai, Isaque é a figura de Jesus e Rebeca simboliza a Igreja. Como poderia Rebeca ser presenteada com jóias se estas fossem malignas? As jóias nesta passagem, como em algumas outras, podem simbolizar os dons do Espírito e os galardões que o Senhor tem preparado para a sua Igreja.
Em Ex 35.20-22, observamos o povo de Israel ofertando as suas jóias para a construção do tabernáculo. Como poderia acontecer isso, se as jóias fossem malignas?
Em Isaías 3. 16-24, tirar as jóias seria como um castigo para as mulheres de Israel, um símbolo da tristeza que viria sobre a nação devido a desobediência. Não eram as jóias em si que eram malignas, muito menos era pecado usá-las, mas o pecado aqui tratado não era o uso de jóias; enfeites ou cosméticos, mas ao olharmos todo o contexto, descobrimos que Israel havia abandonado a Deus e a maldade e a injustiça se espalhava; entretanto o povo andava orgulhoso como se nada de mal fosse acontecer; suas mulheres andavam soberbas como se Deus não fosse fazer justiça. O pecado era a apostasia e o orgulho da nação!
Devido ao pecado da nação, a alegria cessaria. Veja esta realidade na tristeza que a nação viveu quando foi levada em cativeiro no Salmo 137.1-5.
As jóias são vistas como padrão de valor em algumas passagens como Pv 3.15.
Nos exemplos citados anteriormente, o uso de jóias não constituiu pecado; em contra partida, observamos casos em que as jóias também foram usadas para a maldade, como no episódio do bezerro de ouro Êxodo 32.1-4.Podemos então concluir que, as jóias, bem como qualquer adereço, cosmético ou práticas e costumes em geral, podem ou não agradar a Deus, dependendo do contexto; logo, não era a jóia em si o mal, mas sim como elas eram usadas, o porquê de as usarem, etc...
Um texto interessante no qual podemos notar claramente esta afirmação está em Ezequiel, capítulo 16; em especial os versículos de 9 a 17. Nos versículos 11 a 14 é usada a figura das jóias; vestes e enfeites em geral para demonstrar o que o Senhor havia feito por Judá, neste texto os enfeites tem um teor positivo; entretanto, nos versículos de 16 a 19 vemos os enfeites em uma perspectiva negativa como figura para demonstrar o modo ingrato com que Judá retribuiu o favor de Deus.
V.2)-No novo testamento
Na Bíblia, observamos também o uso de jóias entre os judeus da época de Jesus. O anel, por exemplo, poderia muitas vezes ser uma indicação de riqueza (Tiago 2..2). No caso do filho pródigo em Lc 15.22, o anel simboliza a devolução da autoridade e da posição que aquele filho havia perdido.
Como no Antigo Testamento, no Novo Testamento o uso de jóias ou qualquer tipo de adereço poderia ser pecado ou não, dependendo do contexto onde estivessem inseridos.
V.3)- Exemplos de jóias, enfeites e cosméticos na Bíblia
Na Bíblia encontramos vários tipos de enfeites e perfumes usados pelo povo. Observe os exemplos a seguir:
1º-Enfeites:
*Bracelete- Gn 24.22
*Colar- Gn 41.42; Pv 1.9; Dn 5.29
*Brincos- Ex 32.2; Pv 25.12
*Anel- Lc 15.22
2º- Perfumes, cosméticos e ungüentos:
Os perfumes e ungüentos eram especialmente apreciados pelos povos do Antigo e Novo testamento, por causa do clima seco e escassez de água na região em que habitavam. Na época de Jesus já se utilizava o incenso para perfumar o ambiente.
Veja a seguir alguns exemplos de perfumes, cosméticos e ungüentos usados nos tempos bíblicos:
* Ct 1.12- O nardo era um perfume caríssimo guardado em frascos de alabastros. Estes frascos possuíam um gargalo bastante comprido e fino, selado na ponta para evitar que o perfume evaporasse; de modo que para usar o perfume, o frasco deveria ser quebrado. Isto nos faz lembrar do banquete que Jesus participou em Betânia, na casa de Simão, o leproso; quando Maria, irmã de Marta e de Lázaro, ungiu a Jesus com nardo puro. Mt 26.6-13; Mc 14. 3-9; Jo 12. 1-8.
* Ct 1.13 - Saquitel de mirra- Pequena ampola ou saquinho que transportava uma certa quantidade de mirra ( perfume). Este saquitel era pendurado ao pescoço da mulher e exalava o cheiro agradável da mirra por muitos dias.
* Ct 1.14- Flores de hena- Flor de um arbusto de tom róseo com odor parecido com o das rosas. Era encontrado em Em-Gedi (um oásis nas costas ocidentais do mar morto), local em que o cultivo desta planta era possível , bem como o de vinhas. As folhas e flores desta planta eram pulverizadas e o pó aplicado sobre o corpo.
* A mirra e o aloés eram perfumes também preciosos e usados em especial para embalsamar os mortos. Ver Jo19.39.
* Na época de Jesus, era costume quando se recebia uma visita em casa, o anfitrião ungir a cabeça do visitante com ungüento Lc 7.46.
Fontes: O Novo dicionário/ Douglas - J.D.(Ed Vida Nova)/ Manual dos Tempos e Costumes Bíblicos/ Coleman - William L.(Ed Betânia)
Todos os exemplo que citamos, são apenas para mostrar que as jóias, enfeites, cosméticos e ungüentos não pareciam ser “tão diabólicos” quanto querem dizer alguns.
Amados, tudo o que fazemos ou usamos deve ser para a glória do Senhor, assim como as jóias; tudo em nossa vida deve ser feito com o cuidado de não entristecer a Deus além de não causar tropeço aos irmãos. Um bom texto para lembrarmos é I Coríntios 6.12: “Todas as coisas me são lícitas, mas nem todas convêm. Todas as coisas me são lícitas, mas eu não me deixarei dominar por nenhuma delas.
V.4)- Refutando alguns argumentos infundados
No Novo Testamento não encontramos proibição para o uso de cosméticos ou jóias para as mulheres cristãs. Algumas denominações evangélicas distorcem alguns textos para justificarem o porquê de proibirem as mulheres de usarem qualquer tipo de enfeite, batom, etc... Os dois textos mais usados por essas igrejas não expressam nenhum tipo de proibição ao uso de jóias ou cosméticos; senão, vejamos:                    A) I Tm 2.9,10
Este texto não proíbe o uso de jóias ou cosméticos. Se observarmos o contexto (versículos de 8 a 15), iremos constatar que a ênfase está na santidade e na submissão, e não nas jóias, cabelo ou roupas!
Afirmar que o texto proíbe o uso de calça comprida ou jóia; é querer forçar uma interpretação que não existe; isto é distorcer a Palavra de Deus!
Meus amados, o que o apóstolo claramente está ensinando é que a verdadeira beleza da mulher cristã está no seu interior e não no seu exterior. A mulher deve buscar o “enfeite espiritual”; a santidade e submissão tornam a mulher crente louvável; isto é diferente de dizer que as mulheres cristãs não devem se arrumar; que a mulher não deve ser escrava da vaidade, isto é uma verdade, mas daí a dizer que a Bíblia proíbe a mulher de se arrumar, ou de usar uma jóia ou cosmético, isto é um absurdo!
Se formos levar “ao pé da letra”, seria então proibido o uso de tranças nos cabelos das mulheres na igreja, ou então seria vedado às mulheres o direito de pregar ou dar estudos bíblicos; o que não é uma verdade. Poderíamos interpretar erroneamente usando o mesmo princípio no próprio versículo 9 que diz “não com tranças” e o versículo 12 que diz “não permito que a mulher ensine”.
Se aplicarmos a regra que algumas denominações utilizam para interpretarem este texto, teremos que usar esta mesma regra em todo o contexto; logo, as mulheres não poderiam fazer tranças nos cabelos. Vale lembrar ainda que nestas denominações as mulheres ostentam enormes tiaras e prendedores dos mais variados e ornamentados possíveis; isto não poderia ser vaidade?
B) II Pe 3.3

Este texto, como o anterior, fala da beleza interior da mulher; expressa em santidade e submissão. O apóstolo Pedro concorda com o que Paulo escreveu em I Timóteo, pois o mesmo Espírito os guiava ao escreverem. Neste texto também não há proibição ao uso de jóias, cosméticos, etc...
Obs: Como em todo farisaísmo, presta-se atenção a coisas sem importância, desprezando-se o ensino do Senhor. Mulheres que se orgulham por não usarem batom, ou enfeites discutem com o marido em público, “batem de frente” com o pastor, são insubmissas a autoridade do marido e da igreja, corrigem o marido publicamente, querem dar ordens, etc... Deveriam aprender com Sara!
V.5) – Conclusão:
Aprendemos nesta aula que o uso de jóias, perfumes e cosméticos não são proibidos por Deus; aliás, vale lembrar que o nosso corpo é o templo do Espírito Santo, portanto, deve ser muito bem cuidado!

terça-feira, 20 de abril de 2010

HOJE O SENHOR ESTÁ PERTO

No Evangelho de Mateus 18.20 Disse Jesus: Onde estiverem dois ou três reunidos no meu nome, aí estou eu no meio deles, e no livro de profecias de Isaias 55.6 diz: Buscai ao Senhor enquanto se pode achar, invocai-o enquanto está perto. Hoje podemos encontrar o Senhor porque Ele está perto, diferentemente do homem rico citado na parábola do Senhor Jesus (Evangelho de Lucas 16.19-31), o qual tendo morrido, e no hades (quer dizer inferno) ergueu os olhos, estando em tormenta, viu ao longe Abraão, e Lázaro no seu seio. Esse homem, apesar da sua clemência não pode mais ser ouvido pelo Senhor, porque um grande abismo separa o Paraíso de Deus do lugar de tormenta chamado hades. Aquela alma estava longe e não podia mais ser alcançado pelas misericórdias do Senhor, não estava mais dentro do seu tempo aceitável, porque a palavra afirma que partindo a alma desta terra para outras dimensões, estando em pecado e sem arrependimento, nada mais pode ser feito, porque cada um será julgado segundo as suas obras. Ouvi um testemunho referente a um jovem, o qual sendo conhecedor da palavra de Deus, certo dia, trabalhando na construção civil, caiu da altura de um prédio, e, agonizando no solo, uma senhora aproximou-se com um copo d’água, e pediu a alguém para dar a água ao rapaz, porem ele respondeu: Não, esta água eu não quero, porque a água que eu precisava não a tomei no tempo oportuno. Dizendo essas palavras morreu. Ele reconheceu que havia perdido o tempo aceitável do Senhor, triste e terrível fim, situação irreversível.
Não basta a palavra do Senhor entrar no seu entendimento humano, na sabedoria material, é preciso muito mais, é preciso que o Evangelho de Cristo entre no seu coração para fazê-lo uma nova criatura lavada e remida no sangue do Cordeiro de Deus. E você meu amado, já nasceu de novo? O homem nascido da água e do espírito é desprovido da vaidade, inveja, ciúmes, avareza, soberba, concupiscência da carne, e todo sentimento faccioso abominável a Deus. Disse Jesus: Aquele que não for como uma criança, não herdará o Reino do Céu. A nova criatura precisa de um coração semelhante ao de uma criança, a qual não guarda ira, mágoa, rancor, desejo de vingança, sabe perdoar e amar o seu próximo.
O coração de uma criança é liberto da avareza, lascívia, ciúmes, é dotado de pureza espiritual, caridoso, humilde, com toda simplicidade e bondade em toda maneira de viver. Se você tem um coração puro como o coração de uma criança, verdadeiramente uma nova criatura é.


"Amarás o Senhor teu Deus, de todo o teu coração, e de toda a tua alma, e de todo o teu pensamento. Este é o primeiro e grande mandamento. E o segundo, semelhante a este, é: Amarás o teu próximo como a ti mesmo" (Mateus 22:37).

        O grande mandamento do Senhor Jesus se resume em uma única palavra: A M O R. Teoricamente, é algo simples e fácil de se aplicar, então vamos meditar na profundidade do mais sublime dos sentimentos, o qual, lamentavelmente, é um afeto em extrinção, mas brotando no coração do homem, é a solução para todas as situações, mesmo as que parecem impossíveis aos olhos humanos.
Um doutor da lei interrogou a Jesus, para experimentá-lo, dizendo: Mestre, qual é o grande mandamento da lei? E Jesus disse-lhe: Amarás o Senhor teu Deus, de todo o teu coração, e de toda a tua alma, e de todo o teu pensamento. Este é o primeiro e grande mandamento. E o segundo, semelhante a este, é: Amarás o teu próximo como a ti mesmo (Mateus 22.35 a 39).
Vamos apreciar o primeiro grande mandamento do Senhor Jesus: Amar a Deus acima de todas as coisas, de coração, alma e pensamento, não se consolida com palavras, mas com obras, testemunhos, exemplos de bondade, e fidelidade. É indispensável guardar os seus mandamentos que não são pesados e aperfeiçoar a sua vontade. Amar a Deus acima de todas as coisas é subjugar os desejos da carne, os quais são tendenciosos ao pecado, ter o coração simples e humildade como o coração de uma criança, renunciar as coisas deste mundo e dar graças por tudo. A revelação desse amor é manifestada pela fé, adoração, submissão e principalmente obediência.
       Na tentação do deserto (Mateus 4.10), quando satanás propôs ao senhor Jesus a adoração pelo reino deste mundo, Jesus o repreendeu e enfatizou que, o fim da lei é a obediência e somente ao Senhor Deus odorarás e só a Ele servirás, porque é o único digno de louvor, honra e glória
O acatamento aos mandamentos do Senhor Jesus em amar a Deus acima de todas as coisas, condena todas as formas de idolatria, crença e adoração a outros deuses. Amar a Deus é crer e esperar somente Nele; e, para que não ficamos esperando por deuses feitos por mãos de homens, o Senhor Deus, ofereceu em sacrifício, o seu próprio Filho como único mediador de uma Nova Aliança, entre a criatura e o Supremo Criador (I Timóteo 2.5). E no livro de Isaias 42.8, o próprio Deus exortou dizendo: Eu sou o Senhor; este é o meu nome; a minha glória, pois, a outrem não darei, nem o meu louvor, às imagens de escultura.
      E o segundogrande mandamento do Senhor Jesus é semelhante ao primeiro: Amar ao próximo como a si mesmo. E o que é amar a si mesmo? Amar a si mesmo é se conscientizar que temos um espírito que é imortal e que a vida não se resume ao descermos no sepulcro. Aliás, ali começa uma nova fase da vida, porem, em outras dimensões, porque os salvos, irão para o seio de Abraão, que é o Paraíso do Senhor e os outros para o hades (quer dizer inferno); até a vinda do Senhor Jesus para julgar os vivos e os mortos.
Amar a si mesmo é renunciar o pecado, arrepender-se das más obras, converter-se ao infinito amor do Senhor Jesus, nascer de novo e ser uma nova criatura lavada e remida pelo sangue de Cristo. Tomar a sua cruz e viver na fé do Filho de Deus, o qual nos amou e se entregou a si mesmo em sacrifício para nos remir do pecado. Viver em humildade e singeleza de coração.Amar a si mesmo é sentir o desejo de fazer a vontade do Pai, edificar uma morada para o espírito que é imortal, alcançar a santidade para a salvação junto a Jesus Cristo e aos seus santos anjos, para viver eternamente num lugar onde não haverá mais morte, nem pranto, nem dor, e nem clamor.
É oportuno enfatizar que, a grande preocupação do homem hoje é com a saúde e o bem estar do corpo físico, a obsessão pela estética e a aparência exterior, esquecendo-se de valorizar o bem maior, o espírito, o qual viverá eternamente. E a palavra do Senhor alerta que o mundo e a sua devassidão passam; mas aquele que faz a vontade de Deus permanece para sempre.
Agora que já aprendemos um pouco sobre o amor próprio, vamos aprofundar na ordenança do Senhor Jesus sobre amar ao próximo, como a si mesmo, sobre o qual, advertiu Jesus em todos os livros do Novo Testamento. Amar ao próximo, é amar os vossos inimigos, é bendizer os que vos maldizem, fazer bem aos que vos odeiam e orar pelos que vos maltratam e vos perseguem (Mateus 5.44).Jesus destacou muitos exemplos de amor ao próximo na escritura, e deixou o maior testemunho de amor em si mesmo, para que o imitamos em sua perfeição, e recomendou: O meu mandamento é este: Amai-vos uns aos outros, assim como eu vos amei também. E como Jesus nos amou, senão oferecendo-se a si mesmo em sacrifício vivo para apagar os nossos pecados? Esse é o maior exemplo de amor ao próximo, se necessário, oferecer a sua própria vida pelo seu irmão. Assim, também confirmou no Sermão da Montanha (Mateus 25.31 a 46), quando vier na sua glória com os seus santos anjos, para o julgamento dos povos, e todas as nações diante dele, separará as suas ovelhas para a direita, mas os bodes ficarão a esquerda, e dirá o Rei para as suas ovelhas: Vinde, benditos de meu Pai! Entrai na posse do Reino que vos está preparado desde a fundação do mundo. Porque tive fome, e me destes de comer; tive sede, e me destes de beber; era forasteiro, e me hospedastes; estava nu, e me vestistes; enfermo, me visitastes; preso, fostes me ver.Então, perguntarão os justos: Senhor, quando foi que te vimos com fome, ou com sede, ou nu, ou forasteiro ou enfermo ou preso e te servimos?O Rei, respondendo, lhes dirá: Em verdade vos digo que, quando o fizestes a um dos meus pequeninos irmãos, a mim o fizestes.E dirá também o Rei aos que estiverem à sua esquerda: Apartai-vos de mim, malditos, para o fogo eterno, preparado para o diabo e seus anjos. Porque tive fome, e não me destes de comer; tive sede, e não me destes de beber; sendo forasteiro, não me hospedastes; estando nu, não me vestistes; achando-me enfermo e preso, não fostes me ver. E eles lhe perguntarão: Senhor, quando foi que te vimos com fome, com sede, forasteiro, nu, enfermo ou preso e não te servimos? Então, lhes responderá: Em verdade vos digo que, quando não fizestes a um destes meus pequeninos irmãos, a mim também não o fizestes. E irão estes para o tormento eterno, mas os justos, para a vida eterna.
       Portanto amados, amar ao próximo como a si mesmo, não se faz só com palavras ou pequenos gestos de simpatia. Amar ao próximo é reconhecer que assim como nós, ele sente a mesma fome, a mesma dor, o mesmo frio, as mesmas emoções e necessidades, e devemos compartilhar nessas obrigações. Porque amar ao próximo é coisa agradável aos olhos de Deus, porque é o grande mandamento do Senhor Jesus. Aprecie a profundidade do grande mandamento do Senhor Jesus, sobre o amor ao próximo que é a caridade. Assim descreve a palavra de Deus no Capítulo 13 da primeira carta aos Coríntios: Ainda que eu falasse as línguas dos homens e dos anjos e não tivesse caridade, seria como o metal que soa ou como o sino que tine. E ainda que tivesse o dom de profecia, e conhecesse todos os mistérios e toda a ciência, e ainda que tivesse toda a fé, de maneira tal que transportasse os montes, e não tivesse caridade, nada seria.
E ainda que distribuísse toda a minha fortuna para sustento dos pobres, e ainda que entregasse o meu corpo para ser queimado, e não tivesse caridade, nada disso me aproveitaria.
É indispensável considerar a essência do mandamento amor ao próximo como caridade, eis que, na carta aos Hebreus 11.6, a palavra afirma que sem fé é impossível agradar a Deus, e em I Coríntios 13.13 a palavra destaca: Agora, pois, permanece a fé, a esperança e a caridade, estas três, masa maior destas é a caridade.
    A palavra de Deus, à luz do Evangelho de Cristo, não deixa desconfiança quanto à grandeza da caridade pela sua superioridade até mesmo sobre a fé, porque é pelo dom da FÉ, que por Deus nos é concedido, que acolhemos os seus mandamentos e dedicamos fazer a sua vontade, e se não fosse assim, a palavra na carta universal do apóstolo Tiago 2.14 a 26, seria um contraditório, a qual assegura com exatidão que a FÉ sem obra é morta em si mesma.

"E nós conhecemos, e cremos no amor que Deus nos tem. Deus é caridade; e quem está em caridade está em Deus, e Deus n'Ele."(1° João:4;16)

Deus é a fonte de vida, sabedoria e felicidade. Veja as belas e maravilhosas obras da natureza. Observe o modo admirável com que ela se adapta às necessidades do ser humano e de todos os demais serem viventes. O sol, a chuva, os mares, as planícies, tudo nos fala do amor dAquele que tudo criou. É Deus quem atende às necessidades diárias de todas as suas criaturas, como o salmista diz: "Tudo o que vive olha para Ele com esperança, e Ele dá alimento a todos no tempo certo. Ele abre a mão e, com a sua boa vontade, satisfaz a todos os seres vivos”. Deus criou o ser humano perfeitamente santo e feliz; a terra era linda ao sair das mãos do Criador, e não apresentava qualquer vestígio de decadência ou sombra de maldição. Foi a desobediência à Lei de Deus que trouxe sofrimento e morte. Apesar dos sofrimentos provocados pelo pecado, o amor de Deus ainda está presente. As dificuldades que tornam a vida cheia de trabalhos e dificuldades foram permitidas por Deus para o bem das pessoas. Essas dificuldades fazem parte do plano de Deus, como um aprendizado necessário que ajuda tirar o ser humano da ruína e degradação que o pecado provocou. Questões sobre se Deus ama todo o mundo e deseja salvar todos sem exceção são respondidas de forma muito diferente. Essas questões são importantes. Elas têm a ver com predestinação, o amor eterno de Deus por alguns, e com a morte de Cristo, a grande revelação do amor de Deus. Deus deu seu Filho não somente para que vivesse entre os homens e tomasse sobre si os pecados deles, e morresse em sacrifício por eles; o Filho foi dado por Deus à raça caída. Cristo deveria identificar-se com os interesses e necessidades da humanidade. Ele, que era Deus, ligou-se aos filhos dos homens por laços que jamais se romperão. Ele é o nosso sacrifício, nosso advogado, nosso irmão, apresentando nossa forma humana diante do trono do Pai, unido pelos séculos dos séculos à raça que Ele – o Filho do homem – redimiu. E tudo isso para que o ser humano fosse erguido da ruína e degradação do pecado, pudesse refletir o amor de Deus e partisse da alegria da santidade. O preço pago por nossa redenção, o infinito sacrifício de nosso Pai celestial em entregar seu Filho para morrer por nós, deveria nos inspirar idéias elevadas acerca do que nos podemos tornar por meio de Cristo. O amor de Deus, acima de tudo, é o seu amor por si mesmo, sua glória, e sua santidade. 1 João 4:16 indica isso quando nos diz que Deus é amor. Em si mesmo como Pai, Filho e Espírito Santo, Deus é a síntese de todo amor. Para ser um Deus de amor, ele não precisa de nós, nem é a sua glória como o Deus de amor incompleta sem nós. De eternidade a eternidade ele é amor.

sábado, 17 de abril de 2010

"Pedi, e dar-se vos-á; buscai, e encontrareis; batei, e abrir-se-vos-á. Porque, aquele que pede recebe;e, o que busca, encontra: e, ao que bate, se abre."(Mateus 7:7;8


Todos temos necessidades, desafios, coisas que queremos conquistar, mas muitas vezes não estamos dispostos a lutar por elas ou desistimos de lutar e ficamos sempre com o gosto amargo na boca por desejar, querer, ncessitar e não conseguir. As dificuldades para conquistarmos nossos sonhos são muitas, temos que vencer muitas barreiras, e na maioria das vezes, eles parecem estar tão distantes que ficamos tão desanimados só em pensar.
Jesus nos ensina na passagem citada acima que para conseguirmos o que queremos ou necessitamos , nós precisamos pedir, buscar e bater.
Pedir: depende de abrirmos a boca e liberarmos em palavras as nossas necessidades. Isso pode ser feito em qualquer lugar ou tempo.
Buscar: Exige de nós uma ação, atitude prática, temos que nos mover até um local, ou seja, pedir ajuda a alguém, ir à igreja , receber uma oração, enfrentar diretamente a situação.
Bater: Fala de insistência e perseverança, de não pararmos até que a porta se abra e a bênção chegue até nós.
Certa vez, um homem decidiu atravessar o Rio São Francisco a nado. Como sabemos, este rio é bastante largo e sua correnteza é extremamente forte. Esse homem mergulhou e imediatamente foi arrastado pela correnteza. Ele começou a nadar com todas as suas forças, até que conseguiu agarrar um dos pilares de uma ponte que cortava aquele rio. Ele descançou um pouco, e em seguida voltou a nadar, até alcançar a margem oposta do rio. Quando chegou em terra, um repórter estava esperando, e perguntou se havia sido difícil a travessia. Ele respondeu que sim, pois realmente havia sido difícil vencer a fúria das águas. Então o repórter lhe perguntou se durante a travessia, ele havia pensado que não conseguiria chegar do outro lado, ao que lhe respondeu: "Se tivesse pensado isso por um instante, certamente não teria chegado".
 A Bíblia toda nos desafia a isso: a não desistir, a lutar, a pedir, a buscar e bater até conseguir. Para isso precisamos de fé e perseverança. Com esses ingredientes, chegaremos longe. Seja qual for a sua dificuldade hoje, Deus pode e quer te ajudar! Cabe a você pedir, buscar e bater, crer e insistir, que certamente você vai conseguir! 

terça-feira, 13 de abril de 2010

"Mas não vos alegreis porque se vos sujeitem os espíritos;alegrais vos antes por estarem os vossos nomes escritos nos céus"(Lucas10:20)

                Uma pessoa pode ir para o céu: sem riqueza, sem beleza, sem saber ler, sem fama, sem cultura, sem amigos. Mas ninguém pode ir para o céu sem Cristo. Em que você tem gasto todo o seu tempo? Muitas vezes passamos a maior parte dele murmurando pelos inúmeros fracassos acumulados nos últimos anos. Queremos um emprego melhor para ter mais dinheiro e não conseguimos. Queremos alcançar um maior grau de cultura e as oportunidades não aparecem, queremos arrumar amigos influentes que nos ajudem a subir os degraus mais rapidamente, mas, eles nunca se apresentam. A tristeza nos invade a alma, afastando-nos  de todos, e como consequência, deixamos de viver a vida abundante e de experimentar a verdadeira felicidade. Nada disso nos trará a verdadeira alegria ! Feliz é aquele que tem seu nome escrito no livro dos céus. Feliz é aquele que ouvirá o Senhor dos Senhores pronunciar seu nome seguido de "Vinde a Mim benditos de Meu Pai". Feliz é aquele que tem lugar assegurado nas moradas celestiais. E para tudo isso não é necessário ter dinheiro, nem fama, nem cultura, nem amigos influentes, nem poder. Só há uma condição para se chegar lá: Seguir o Caminho. Seguir o Salvador. Seguir o Filho de Deus. Seguir a Jesus Cristo. Em Marcos 10:36 diz: " Que aproveita ao homem ganhar o mundo inteiro e perder sua alma?"
                          Você pode alcançar grandes riquezas, uma cultura maravilhosa, respeito, fama, e uma  multidão de amigos, mas, nada disso pode te impedir de ter Jesus no coração, e seguir com Ele para o céu e a vida eterna. 

   

domingo, 11 de abril de 2010

"Eu Sou o Caminho, a Verdade e a Vida, ninguém vem ao Pai senão por Mim".(João 14; 6)

 
  Hoje em dia é muito comum se ouvir dizer: "Todos os caminhos levam a Deus". É incrível a quantidade de religiões existentes hoje em dia. São tantas que parece até ser uma coisa justa a frase acima. Mas será mesmo que todos os caminhos levam à Deus? Será que Deus recebe qualquer pessoa que diz estar servindo a Ele seja por qual caminho for? Sabemos que há o espiritismo, o budismo, o candomblé, islamismo, xintoísmo na Índia, catolicismo, e muitos outros caminhos. Todos os seguidores destas religiões dizem estar se achegando à Deus através das supostas revelações de seus profetas iluminados. Há outros também que preferem não seguir a nenhuma destas religiões e por final acabam se decidindo encontrar a Deus dentro de si mesmos. Muitos até dizem: "Não faço mal a ninguém, não mato, não roubo, não cometo traição, não bebo, não fumo, penso em Deus, e quando morrer Ele vai me receber. Será?     Essa idéia na verdade não passa de um caminho próprio sujerido por muitas pessoas que preferem não ter um compromisso maior com Deus. Quero dizer a você que Deus criou um caminho para se chegar a Ele. Sim! É verdade! Vou te provar esta verdade que está na Bíblia. Em joão 14:6 diz "Eu sou o Caminho, a Verdade e a Vida, e ninguém vem ao Pai a não ser por Mim". Ainda em João 3:16;17 nos diz: "Porque Deus amou o mundo de tal maneira que deu o Seu Fiho unigênito, para que todo aquele que nEle crer não pereça, mas tenha a vida eterna. Deus enviou Seu Filho ao mundo, não para que julgasse ao mundo, mas para que o mundo fosse salvo por Ele". E se ainda você não estiver satisfeito leia I Timóteo 2:5;6 "Porquanto há um só Deus, e um só Mediador entre Deus e os homens, Cristo Jesus, homem. O qual a sí mesmo se deu em resgate de todos." Bom depois destas grandes verdades extraídas da Palavra de Deus, espero que agora, você leitor, esteja convicto que existe apenas um Caminho que se pode chegar à Deus, "Jesus Cristo, o nosso Salvador".